Uma negra evangélica tem que ser disponível e boa
Uma negra evangélica tem que ser disponível e boa

Uma negra tem que aprender quanto antes que tem que ficar disponível para o patrão ou para colegas no trabalho, escola, faculdade e mais.
Em todos os lugares tem negras, e muitas delas são limpinhas, gostosas, bonitas ou novinhas e poderiam trazer muito prazer, felicidade, conforto, amor, carinho e alívio para as pessoas. Poderiam beneficiar o patrão, os amigos, os colegas no trabalho, na escola, na faculdade, os vizinhos e muitas outras pessoas. 

Mas muitas nem ligam para isso. Recebiam peitos, pernas, bunda, bucetinha, boca, cabelos e outras coisinhas e muitos dons deliciosos, mas não os usam ao favor de seus próximos ou pelo menos para algo útil e bom. Já as evangélicas, na grande maioria, sabem que um dom natural é para ser usado, preferidamente ao favor e agrado do próximo.

Um exemplo bom é Cassiane, uma estudante de administração de Belo Horizonte. Ela mora em um prédio onde moram quase só estudantes, a maioria dividindo o apartamento. Cassiane é de uma igreja evangélica pequena que permite o namoro às meninas só a partir de 18 anos, mas quando ela fez 18 foi embora do município dela para estudar na capital e não teve ainda ocasião para namorar, porque queria namorar com um rapaz da igreja dela, só que a igreja dela não existe em Belo Horizonte. Ela volta só poucas vezes por ano para casa onde pode participar da sua igreja, porque além dos estudos um trabalho como vendedora prende-a na capital.
Quando ela ficou três semanas nesse prédio com os estudantes um rapaz bonito que queria namorar com ela, mas foi rejeitado por ser de uma igreja diferente, falou: “Mas então ajuda pelo menos tirar a sarra.”
Ela mostrou gentileza e educação e chupou o rapaz direitinho. O rapaz gostou do serviço e chamou-a mais vezes, e depois de duas semanas ele exigiu: “Tira a roupa.”
Ela respondeu: “Mas sou virgem, não posso transar.”
Ele disse: “Só quero que você me chupe nua.”
O que ele disse soou como uma ordem e ela queria ser boazinha e submissa e tirou as roupas. Desde então chupou o rapaz sempre nua, mas ele respeitou a virgindade e só tocou nela com as mãos. Não demorou que tudo foi reparado pelos dois colegas do apartamento. Eles tiverem namoradas nos lugares de origem, mas ficaram às vezes duas ou três semanas sem vê-las e pediam por isso ajuda de Cassiane, que ela cedeu generosamente. Até hesitou porque pensou que o primeiro rapaz poderia ver nisso um tipo de traição, mas justamente este falou: “Vai lá, seja uma menina boa e chupa a eles também.” Aí ela obedeceu.
Já que os rapazes se gabaram na frente dos colegas dos serviços obtidos aconteceu que certo dia outro rapaz chamou a Cassiane para o seu apartamento e foi direto: “Me chupa.”
Já que ele falou com autoridade ela obedeceu. Ele gostou também e chamou-a outras vezes, e depois de algumas vezes mandou-a também chupar nua e de joelhos. E com o tempo mais e mais rapazes sabiam que Cassiane era uma negra prestativa e boa que gosta de ajudar e chamaram-na quando o tesão virava forte na maneira que até atrapalhava os estudos. Assim Cassiane até contribuiu para manter o nível nos estudos na faculdade.
Mas certo domingo as coisas se aceleraram. Às 11 horas Cassiane voltou da escola dominical de uma Assembleia de Deus que freqüentava de vez em quando por falta de uma filial de sua própria igreja. Logo ela foi chamada para o apartamento dos três primeiros rapazes e chupou todos os três. Eles já não fizeram muito segredo e deixaram a porta do respectivo quarto até aberta quando ela chupou, e assim os outros podiam da sala ver a bunda nua e semiaberta.
Mas desta vez aconteceu que outro rapaz chegou, entrou até no quarto onde ela chupou e falou algo ao ouvido do rapaz chupado.  Quando Cassiane engoliu tudo e limpou o pau lambendo os restos o rapaz lhe disse para ir direto para o apartamento do outro rapaz. Ela obedeceu.
Depois este rapaz mandou-a ir diretamente para um outro apartamento onde ela nunca antes entrara. O rapaz, um negro alto e forte, falou com ela: “Olá. Me falaram que você é a melhor chupadora do prédio. É verdade?”
Envergonhada ela murmurou algo como “não sei”, e o rapaz disse: “Mostra-me seu talento.”
Quando ela quis começar ele disse: “Você não vai tirar a sua roupa não, mina? Se quiser ser a melhor chupadora tem que chupar nua, né?”
Ela pediu desculpas e tirou a roupa.
Não demorou e os três rapazes que dividiram o apartamento voltaram e gostaram do que viram. Logo se sentaram e pediram o mesmo mimo. Já que todos gostaram do desempenho da menina começaram a chamar amigos do prédio, e depois ligaram até para outros amigos, e assim Cassiane ficou de boca cheia a tarde toda.
Por volta das 19 horas uma menina chegou para buscar Cassiane para ir para a igreja, mas no apartamento dela encontrou só as três colegas brancas, que dividiam o apartamento com Cassiane. Elas ajudaram procurar e conseguiram de um rapaz a informação certa. Queriam entrar no apartamento onde Cassiane chupava, mas foram impedidas. Pelo jeito imaginavam mais ou menos o que estava a acontecer. Puxavam conversa com alguns rapazes saindo de lá e encontraram a confirmação. Chamaram, com voz alto que Cassiane teria que ir para a igreja e para evitar escândalo os rapazes a liberaram, embora que teve ainda uma fila. Os rapazes que ficaram a ver navios foram consolados com a perspectativa de serem chupados depois do culto.
Mas quando Cassiane voltou as duas colegas brancas do apartamento já tinham discutido sobre a situação e exigiram: “Como você faz todos esses favores de graça? Não pensa no bem estar de suas colegas de apartamento e de si mesma? Porque você não pede pelo menos alguma ajuda como uma Coca Cola ou uma pizza para nós? Às vezes temos falta de tudo aqui no apartamento, e você poderia pedir algo mas não traz nada em casa.”
Mas Cassiane não queria pedir como uma prostituta, e quando as duas colegas repararam que ela foi tímida demais e teve vergonha de pedir algo pelo serviço, eles falaram: “Deixa que a gente resolva.”
E assim aconteceu que desde então as duas colegas organizaram a ajudinha. Cada rapaz teve que dar algo em troca, por menor que seja. Seria bom cada rapaz dar uma Coca Cola ou um pedaço de pizza, mas foram aceitas também macarrão, feijão, sabão e até moedinhas, porque tudo vira útil em mãos de meninas hábeis.
As duas colegas concordaram quando alguns rapazes reclamaram da situação entre as pernas da jovem, porque Cassiane não era depilada, já que o seu pastor proíbe a depilação. Mas elas concordaram em que Cassiane teria muito mais sucesso se fosse depiladinha. Elas falaram: “Os rapazes exigem meninas depiladinhas. Você não vai obedecer? Não quer ser uma menina boa?”
Cassiane respondeu: “Tenho que obedecer em primeiro lugar ao meu pastor.”
Discutiam sem sucesso e finalmente as duas falaram com os rapazes e depois declararam: “É certo que você não pode se depilar, mas se os rapazes te depilam não é pecado seu.”
Assim foi feito. Ela foi levada para um apartamento e depilada em um mutirão com participação de quatro rapazes além das duas meninas. Depiladinha ela ficou tão bonitinha entre as pernas que um dos rapazes não resistiu e começou a chupá-la. Cassiane já ficou excitada pelo jeito como ela foi depilada por tantas mãos e gozou fortemente na cara do rapaz que não deixou por menos e topou a parada, chupando até a última gotinha do suco seivoso emanando da fendinha virginal.
Aquecidos pelo trabalho os rapazes desejavam logo para serem chupados e botaram Cassiane de joelhos na frente do primeiro. Ela, também excitada, chupou com uma paixão diferente e todos elogiaram o serviço oral de Cassiane. 
Até hoje Cassiane continua sendo uma menina boa e dedicada, ajudando aos outros com boa vontade, só que sua generosidade agora é administrada pelas duas colegas. Elas fizeram fotos e vídeos nuas e tem por isso material suficiente para pressionar a Cassiane para fazer algo a mais que ela não queria fazer, mas até agora não foi necessário porque a menina é boazinha e de boa vontade. Assim também foi fácil quando  um dia leiloaram a virgindade de Cassiane. Cassiane se defendeu e disse que não podia transar antes do casamento, mas as duas colegas explicaram: “Não vai ser uma transe comum, vai ser um estupro. E estupro não é proibido para a menina, porque ela não tem culpa nisso.”
As duas colegas não são cafetinas e não exploram Cassiane. Nada de trabalho num puteiro ou prostituição forçada na rua. Tudo vai só de propagando de boca em boca. Se na noite um rapaz quer dormir no quarto de Cassiane, ele paga R$ 50, menos do que em muitos hotéis. Um preço social. E os colegas do prédio podem pedir os serviços de Cassiane até hoje por uma lata de refrigerante ou um pedaço de pizza ou outros valores bem sociais.
 
Para poderem beneficiar a sociedade de tal maneira, as negras devem ser acostumadas desde cedo para que a ajuda aos outros seja uma coisa natural e normal para elas. Mundialmente 82% falam que lhes já foi oferecido algo em troca a favores sexuais em sua juventude, mas 21% não aceitaram. 51% das negras relatam que já receberam algo, e 10% relatam que prestaram já uma vez ou até mais vezes serviços sexuais de alguma forma porque lhes foi algo prometido, mas depois nunca recebiam seu galardão.
No Brasil esses números são mais baixos. Somente 32% das negras recebem algo por favores sexuais durante a juventude. 27% dizem que costumavam chupar colegas de graça na sua juventude. 11% dizem que prestam ou já prestaram serviços sexuais mas que elas não recebem, porém, um terceiro cobra. Esse tipo de cafetinagem é exercido na maioria das vezes por colegas da própria turma na escola, mas muitas vezes também por um irmão, primo, tio e raramente até pelo pai ou pela mãe.
Não é bom se os pais prostituem as próprias crianças. Mas se colegas da turma começam a ensinar e aproveitar uma negra gostosa os professores devem fechar os olhos para a menina progredir e aprender. Só assim a sociedade vai colher os frutos e benefícios com que uma negra boa, gostosa e submissa pode contribuir para o bem-estar geral.
 


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